Telefônica Brasil (VIVT3) aprova distribuição de R$ 365 milhões em JCP para acionistas em 2026

Telefônica Brasil (VIVT3) aprova R$ 365 mi em JCP; veja como receber

A Telefônica Brasil, controladora da operadora Vivo, anunciou nesta quarta-feira (15) a aprovação de uma distribuição de R$ 365 milhões em Juros sobre Capital Próprio (JCP) para seus acionistas. A decisão foi tomada pelo conselho de administração da empresa e representa um importante retorno aos investidores.

O valor corresponde a R$ 0,11 por ação em termos brutos. Após a dedução do imposto de renda na fonte, que incide à alíquota de 17,5%, o montante líquido por papel será de R$ 0,09. A distribuição está programada para ocorrer até 30 de abril de 2027, com data específica a ser definida posteriormente pela diretoria executiva.

Critérios de elegibilidade e cronograma


Os acionistas que terão direito ao provento são aqueles que mantiverem posição na companhia até o encerramento do pregão de 27 de abril de 2026. A partir do dia seguinte, 28 de abril, as ações da Telefônica Brasil passarão a ser negociadas na condição ex-juros, o que significa que novos compradores não terão direito a essa distribuição específica.

A empresa ressalta que os valores podem sofrer ajustes conforme a base acionária verificada na data de corte, especialmente em função de eventuais aquisições dentro do programa de recompra de ações que está em vigor. Essa medida visa garantir a precisão da distribuição proporcional aos acionistas elegíveis.

Contexto fiscal e regulatório


Os JCP aprovados serão imputados ao dividendo obrigatório do exercício social de 2026, sujeito à aprovação final da assembleia geral de acionistas prevista para ocorrer em 2027. Esse mecanismo permite que a empresa distribua lucros aos acionistas com tratamento fiscal diferenciado em relação aos dividendos convencionais.

A Telefônica Brasil mantém uma política consistente de remuneração aos acionistas, reforçando seu compromisso com a criação de valor para os investidores. A distribuição de JCP representa uma estratégia eficiente de retorno de capital, alinhada com as melhores práticas de governança corporativa do mercado.

Fonte: Investidor 10
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