
A Prio (PRIO3), empresa brasileira do setor de petróleo e gás, anunciou nesta segunda-feira (6) um incremento significativo em sua capacidade produtiva. O terceiro poço de exploração no campo de Wahoo, localizado no pré-sal brasileiro, estabilizou sua produção em 10 mil barris de petróleo por dia, reforçando a posição estratégica da companhia no cenário energético nacional.
Potencial do Campo de Wahoo
O campo de Wahoo, onde a Prio detém 100% de participação no consórcio exploratório, apresenta um potencial estimado superior a 125 milhões de barris de petróleo recuperáveis. A estratégia da empresa inclui a interligação desta área com o navio-plataforma Frade (FPSO), otimizando a infraestrutura existente e reduzindo custos operacionais.
Com a previsão de abertura do quarto poço no mesmo campo, a companhia projeta que a produção total de Wahoo atingirá aproximadamente 40 mil barris equivalentes de óleo por dia, consolidando o ativo como um dos pilares de seu crescimento operacional.
Desempenho Produtivo Recorde
A Prio registrou em março de 2026 seu recorde histórico de produção, alcançando 161,3 mil barris equivalentes de óleo por dia (boepd) considerando todos os seus campos operacionais. O destaque permanece com o campo Peregrino, adquirido da petroleira norueguesa Equinor (EQNR), que continua sendo a principal unidade produtiva da empresa.
Durante o primeiro trimestre de 2026, a companhia comercializou 14,84 milhões de barris equivalentes de óleo, com 6,22 milhões de barris negociados exclusivamente no mês de março. Este período coincidiu com a consolidação das cotações internacionais do petróleo acima da marca de US$ 100 por barril, beneficiando a rentabilidade das operações.
Retorno Histórico aos Investidores
Dados do Investidor10 revelam que um investimento de R$ 1 mil em ações da Prio (PRIO3) há dez anos, considerando o reinvestimento de dividendos, teria se valorizado para R$ 194.981,30. Em comparação, o mesmo valor aplicado no Ibovespa teria retornado R$ 3.912,20 no mesmo período, evidenciando o desempenho superior da petroleira em relação ao índice de referência do mercado brasileiro.
Fonte: Investidor 10